Equilíbrio
"De que me interessam dias, horas, momentos?
De que me interessam gentes, pessoas, lugares?
Nada importa, nada fica, ideais rápidos e lentos.
Nada compra a felicidade, nada, nem os amares.
Posso sentir, que sinto, senti e sentirei tudo isto.
Tenho muito medo, temo que já esteja tudo visto.
Sim, sou culpada pela contunde interior que sinto.
Sou culpada por todas as infelicidades do momento.
De que me interessa o que serei, lá, ou se minto?
Sou o que sou e isso nunca cairá no esquecimento.
Nem sequer o coração sabe ao certo se há-de bater!
Para quê empurrar o mundo se não se quer viver?
Fui feliz, por breves momentos eternos, passados.
Agora não sei se serei mais, não sei o que sou, não
Tenho vários sonhos, sim, foram todos arruinados…
O sonho move o mundo e os meus caíram no chão.
Não há perdão para quem perde a vida no pavor,
Eu só me perdi no meio de mais um filme de terror.
Há momentos errados que alagam uma existência,
Há circunstâncias que ditam o que nos tornamos:
Monotonamente vivos, acordados, sem paciência
Para a vida, para ser, para aqueles que deixamos
Sós, quando os genes codificam a nossa postura,
Abandonamos à sorte a vida que é demasiado dura."
De que me interessam gentes, pessoas, lugares?
Nada importa, nada fica, ideais rápidos e lentos.
Nada compra a felicidade, nada, nem os amares.
Posso sentir, que sinto, senti e sentirei tudo isto.
Tenho muito medo, temo que já esteja tudo visto.
Sim, sou culpada pela contunde interior que sinto.
Sou culpada por todas as infelicidades do momento.
De que me interessa o que serei, lá, ou se minto?
Sou o que sou e isso nunca cairá no esquecimento.
Nem sequer o coração sabe ao certo se há-de bater!
Para quê empurrar o mundo se não se quer viver?
Fui feliz, por breves momentos eternos, passados.
Agora não sei se serei mais, não sei o que sou, não
Tenho vários sonhos, sim, foram todos arruinados…
O sonho move o mundo e os meus caíram no chão.
Não há perdão para quem perde a vida no pavor,
Eu só me perdi no meio de mais um filme de terror.
Há momentos errados que alagam uma existência,
Há circunstâncias que ditam o que nos tornamos:
Monotonamente vivos, acordados, sem paciência
Para a vida, para ser, para aqueles que deixamos
Sós, quando os genes codificam a nossa postura,
Abandonamos à sorte a vida que é demasiado dura."
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